sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A carta


Mata sombria, 29 de outubro de 1452

Cara donzela,

Escrevo-lhe esta carta com perdão bem dentro do meu coração.
Eu peço-lhe que me desculpeis pelo meu erro. Eu amo-a e quero que me deixais cuidar do seu coração e da sua vida.
O meu coração estará sempre a bater, pois meu amor por si é grande e forte.
Não quero fazê-la sofrer, pois a minha obrigação é fazê-la eternamente feliz!

Amo-a eternamente...

Um beijo com muito amor

do teu Caçador

Jorge Pôncio, nº 12

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