quinta-feira, 8 de maio de 2014

Comentário

"A mulher que prendia a chuva" de Teolinda Gersão

Gostei do conto porque a história mostra a cumplicidade que existe entre uma avó e um neto e vê-se que os animais têm muito melhor sentido de orientação que as pessoas.
Esta história conta-nos que uma avó e um neto foram dar um passeio a praia, de repente levantou-se vento e eles sentiram-se perdidos. Contudo quando apareceu um cão,este, guiou-os de regresso a casa.
Recomendo este conto porque é uma história muito bonita, com medos, mas também, com alegrias.

Marta Navega, nº16

Comentário

"Avó e neto contra vento e areia" in A mulher que prendeu a chuva
Teolinda Gersão



   Gostei deste conto porque agradou-me tudo: as personagens, a história e até a maneira como foi lida. A forma como o neto e a avó cuidaram um do outro, na minha opinião, foi incrível.
   Só não gostei muito quando eles ficaram perdidos no meio da praia sem direcção a tomar, ainda por cima a avó perdera os óculos e o neto tinha um espinho no pé.
  Recomendo esta leitura a pessoas que gostem de um final feliz e que gostem do amor que uma avó deposita no neto.

Ana Catarina Rosário, nº 1

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A Carta / A Fábula



                                                                                          Bosque das formigas, 25 de outubro de 2013


Querida Tia

  Olá! Como estás? Eu estou bem. Há tanto tempo que não nos vemos!

  Temos que combinar para passar um dia juntos, mas não foi para isso que estou a escrever-te .

  No verão, enquanto estava a trabalhar para ter alimento para o inverno, havia uma cigarra que estava sempre a cantar e não parava de falar. Ria-se de mim por eu estar sempre a trabalhar e eu não ligava, pelo menos ia ter alimento durante todo o inverno. Mas tia, a cigarra ia aprender uma grande lição! Por acaso, este ano, apanhei mais alimento do que no outro. Se calhar, a cantoria da cigarra deu-me sorte!

  Quando chegou o inverno, estava eu a beber um chocolate quente, quando ouvi alguém a bater à porta. Fui ver e era a cigarra a pedir-me comida. Não lhe dei nada!

 Feliz Natal e  um beijo saudoso da tua formiga preferida
Catarina Rosário, nº1
                                                                                                          

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A carta


Mata sombria, 29 de outubro de 1452

Cara donzela,

Escrevo-lhe esta carta com perdão bem dentro do meu coração.
Eu peço-lhe que me desculpeis pelo meu erro. Eu amo-a e quero que me deixais cuidar do seu coração e da sua vida.
O meu coração estará sempre a bater, pois meu amor por si é grande e forte.
Não quero fazê-la sofrer, pois a minha obrigação é fazê-la eternamente feliz!

Amo-a eternamente...

Um beijo com muito amor

do teu Caçador

Jorge Pôncio, nº 12